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segunda-feira, 21 de março de 2011

A relação sexual ideal

De acordo com um estudo realizado por investigadores da Universidade Penn State, no Estado americano da Pensilvânia; Uma relação sexual satisfatória dura entre 3 a 13 minutos.
A investigação contou com a participação de 50 investigadores de nacionalidade americana e canadiana da Sociedade de Pesquisa e Terapia Sexual, incluindo psicólogos, médicos, assistentes sociais, terapeutas familiares e enfermeiras.
Os 50 investigadores multidisciplinares, recolheram dados de milhares de pessoas durante décadas.
Os resultados deste estudo, publicados pela revista “Journal of Sexual Medicine”, concluem que um acto sexual “adequado” dura entre três e sete minutos; um acto “desejável”, de sete a 13 minutos; um acto sexual “curto demais”, de um a dois minutos; e um acto “muito longo”, de dez a 30 minutos.
Outra conclusão é que “A interpretação de um homem ou de uma mulher do seu funcionamento sexual, ou o da sua (seu) parceira(o) tem origem nas crenças pessoais fundamentadas, em parte, nas mensagens da sociedade em que estão integrados”, disseram os investigadores.
O estudo ainda afirma que “Infelizmente, a cultura popular actual reforçou estereótipos a respeito das actividades sexuais”.
Os pesquisadores descobriram também que “muitos homens e mulheres parecem acreditar na fantasia de um pênis enorme, ereções duras como uma rocha e relações que duram a noite toda”.
Devido a estudos anteriores, pensava-se que uma grande percentagem de homens e mulheres gostaria que a relação sexual durasse 30 minutos ou mais, mas este estudo mostra que “parece ser uma situação propícia para decepção e insatisfação”, disse um dos autores da pesquisa, Eric Corty, da Universidade Penn State.
“Com esta pesquisa, esperamos dissipar estas fantasias e encorajar homens e mulheres com informações realistas a respeito de relações sexuais aceitáveis, evitando decepções e problemas sexuais”, afirmou o investigador.
A pesquisa irá ajudar no tratamento de pessoas que já têm problemas sexuais.
“Se um paciente está preocupado com a duração da relação, estas informações podem ajudar a afastar a preocupação com problemas físicos e fazer com que ele seja tratado, inicialmente, com aconselhamento, em vez de medicamentos”, afirmou Corty.

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