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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Povos antigos

Os vikings

Os vikings são uma antiga civilização originária da região da Escandinávia, que hoje compreende o território de três países europeus: a Suécia, a Dinamarca e a Noruega. Igualmente conhecidos como nórdicos ou normandos, eles estabeleceram uma rica cultura que se desenvolveu graças à atividade agrícola, o artesanato e um notável comércio marítimo.


A vida voltada para os mares também estabeleceu a pirataria como outra importante atividade econômica. Em várias incursões realizadas pela Europa Continental, os vikings saquearam e conquistaram terras, principalmente na região da Bretanha, que hoje abriga do Reino Unido. Cronologicamente, a civilização viking alcançou seu auge entre os séculos VIII e XI.


O processo de invasão à Bretanha aconteceu nos fins do século VIII. No ano de 865, um poderoso exército de vikings dinamarqueses empreendeu uma guerra que resultou na conquista de grande parte das terras britânicas. Com isso, observamos a consolidação do Danelaw, um extenso território viking que englobava as regiões Centro-norte e Leste da Bretanha. Na mesma época, os vikings continuaram sua expansão em terras escocesas.


As habitações dos vikings eram bastante simples. Madeira, pedras e relva seca eram os principais elementos utilizados na construção das residências. Além disso, observamos que a distribuição espacial do lar era bem simples, tendo, muitas vezes, a presença de um único cômodo. Nas famílias um pouco mais abastadas, observamos a presença uma divisão mais complexa composta por salas, cozinha e quartos.


Em razão das baixas temperaturas, os vikings tinham a expressa necessidade de uma vestimenta que pudesse suportar as baixas temperaturas do norte europeu. Geralmente, combinavam peças de tecido com couro e peles grossas que pudessem manter o seu corpo aquecido. Além disso, podemos ainda destacar que toda a população apreciava a utilização de acessórios em metal e pedra.


A organização familiar viking tinha claros traços patriarcais, sendo o homem o grande responsável pela defesa da família e a realização das principais atividades econômicas. Dedicada aos domínios domésticos, a mulher era responsável pela preparação dos alimentos e também auxiliava em pequenas tarefas cotidianas. A educação das crianças era delegada aos pais, sendo eles que repassavam as tradições e ofícios vikings.


O rei era a principal autoridade política entre os vikings. Logo em seguida, os condes e chefes tribais também desfrutavam de grande prestígio e poder de mando entre a população. O poder de decisão entre os locais tinha certa presença entre os vikings. Reunidos ao ar livre, discutiam a elaboração de suas leis próprias e as punições a serem deferidas contra os criminosos.


Na esfera religiosa, os vikings eram portadores de uma rica mitologia povoada por vários deuses sistematicamente adorados em eventos coletivos. Várias histórias envolvem a luta entre os deuses nórdicos ou o conflito entre as divindades e os gigantes. Odin era adorado como “o Deus dos deuses”. Thor era a divindade de maior popularidade e tinha poder sobre os céus e protegia povo viking.


Com o processo de cristianização da Europa, ao longo da Idade Média, os vikings foram paulatinamente convertidos a essa nova religião. A dissolução da cultura viking acontece entre os séculos XI e XII. Os vários conflitos contra os ingleses e os nobres da Normandia estabeleceram a desintegração desta civilização, que ainda se encontra manifesta em algumas manifestações da cultura europeia.

O som das baleias

Os sons que se ouvem debaixo de água não são, afinal, muito diferentes dos que se ouvem à superfície e alguns dos que são emitidos pelas baleias até parecem os de animais terrestres bem conhecidos, escreve a Lusa.


Esta é uma das curiosidades de um estudo conduzido pela bióloga marinha Mónica Silva que o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores está a realizar com o recurso a hidrofones fixos colocados no fundo mar.

«É surpreendente perceber que os animais marinhos têm sons que são familiares ao ouvido humano, porque são semelhantes aos sons de animais terrestres», afirmou a investigadora em declarações à Lusa, acrescentando que este fenómeno é «quase inexplicável».

As gravações permanentes recolhidas através dos hidrofones permitiram perceber que há baleias que produzem sons semelhantes a rãs, aves marinhas ou até mesmo a vacas ou porcos, enquanto outras emitem sons parecidos com trombones ou apitos de grandes navios.

Esta curiosidade está, no entanto, longe de ser o objectivo principal do trabalho realizado pelos investigadores do DOP, que estão mais interessados em obter dados científicos a partir do que conseguem recolher.

Segundo Mónica Silva, o processamento de todos estes sons ajuda os cientistas a encontrar os padrões que lhes interessa estudar sobre os animais, nomeadamente quais os tipo de baleias que passam pelos Açores e quais os seus comportamentos.

«Queremos também perceber qual a importância dos Açores para a ecologia destas espécies», frisou a investigadora, lembrando que nem todas as baleias emitem sons com a mesma finalidade.

Os golfinhos e os cachalotes, um dos cetáceos mais comum nos Açores, emitem sons para comunicar, mas também para descobrir as suas presas e até como meio de orientação no fundo do mar.

Os quatro aparelhos que o DOP colocou no fundo do mar em diferentes zonas do arquipélago, não recolhem apenas os sons das baleias, registam também os ruídos provocados pelas embarcações e até mesmo os sons causados por um sismo.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Fungo que provoca a quitridiomicose

A quitridiomicose é, a par da destruição de habitat, a mais importante ameaça à sobrevivência das populações de anfíbios, que constituem o grupo de vertebrados terrestres em situação mais crítica, com 1/3 das espécies em risco de extinção.
A quitridiomicose danifica o processo de transferência de electrólitos através da pele, causando desequilíbrios que conduzem a uma paragem cardíaca. Resta saber exactamente como o fenómeno se processa para desenvolver uma cura.
O fungo que provoca a quitridiomicose foi identificado pela primeira vez há 10 anos e actualmente afecta anfíbios nos 5 continentes, tendo já causado algumas extinções. Embora haja algumas teorias sobre como é que o fungo debilita o organismo dos anfíbios o seu mecanismo de actuação permanece por desvendar, tornando difícil o combate a esta ameaça à sobrevivência dos anfíbios.
No entanto, um grupo de cientistas maioritariamente australianos, levou a cabo um estudo com rãs afectadas pela micose que obteve resultados elucidativos, embora seja necessário estudar outras espécies para confirmar as descobertas.
Os investigadores analisaram amostras de pele de rãs verdes arborícolas infectadas pelo fungo tendo concluído que a passagem de electrólitos como o sódio e o potássio se encontrava danificada, com os animais doentes a registarem níveis de potássio equivalentes a metade do normal.
Este desequilíbrio é em humanos, causa potencial de paragem cardíaca e, de facto, os electrocardiogramas realizados a rãs verdes arborícolas doentes umas horas antes da sua morte revelavam alterações no ritmo cardíaco, culminando com paragem. Por outro lado, a administração de medicamentos que restauram o equilíbrio de electrólitos resultou numa melhoria temporária. Parece assim ser que o fungo da quitridiomicose causa um desequilíbrio electrolítico que acaba por afectar o coração.
O próximo passo é descobrir como exactamente é que o fungo Batrachochytrium dendrobatidis causa este desequilíbrio nos níveis de sódio para poder desenvolver uma “cura”. Alguns estudos sugerem que alguns anfíbios possuem na sua pele bactérias que lhes conferem protecção por isso pode ser que o estudo do modo actuação da Batrachochytrium dendrobatidis facilite a identificação dessas bactérias.

Fonte: Naturlink

segunda-feira, 21 de março de 2011

Astróide 2011 CQ1

Na primeira sexta-feira do mês de Fevereiro deste ano, dia 04, um pequeno astróide até então desconhecido passou pela Terra, a uma distância 7 vezes mais próxima que a distância que vai do nosso planeta à Lua. Segundo a NASA, o 2011 CQ1, com cerca de um metro de diâmetro, passou apenas a 5.480 quilômetros da superfície do planeta. Se este objecto celestial caísse na Terra seria em pleno oceano, o que causaria um valente Tsunami. A luz por si emitida foi tão reluzente que em certos locais do planeta o seu rastro foi observado a olho nu.

Povos antigos

Os lusitanos

Eram um povo celtibérico que viveu na parte ocidental da Península Ibérica. Primeiramente, uma única tribo que vivia entre os rios Douro e Tejo ou Tejo e Guadiana. Ao norte do Douro limitavam com os galaicos e astures - que constituem a maior parte dos habitantes do norte de Portugal - na província romana de Galécia, ao sul com os béticos e ao oeste com os celtiberos na área mais central da Hispânia Tarraconense.


A figura mais notável entre os lusitanos foi Viriato, um dos seus líderes no combate aos romanos. Apesar de as fronteiras da Lusitânia não coincidirem perfeitamente com as de Portugal de hoje, os povos que aqui habitaram são uma das bases etnológicas dos portugueses do centro e sul e também dos extremenhos (da Extremadura espanhola).


Na sua grande maioria, os lusitanos, eram gentes nómadas que vagueavam sem rumo pelas fragas e montes. Subsistindo da pastorícia e de tudo aquilo que a natureza lhes proporcionava. De onde proveram ninguém sabe ao certo, no entanto há quem diga que faziam parte integrante da sua terra, tal como os rios e as serras que a cruzam, tendo-se congregado à posterior com gentes forasteiras oriundas do centro da Europa, as quais nutriam fortes ligações com a cultura celta de La Tène.


Eram excelentes cavaleiros, os seus passatempos preferidos eram a musica, a dança e, acima de tudo as provas de destreza física, as quais os preparavam para fazer a guerra com os povos vizinhos. Através da qual punham à prova a sua bravura. Possuíam uma cultura muito própria, a célebre cultura do javali, a qual distinguia a sua etnia das demais. Idolatravam Deuses poderosos e únicos.


Na montanha a liberdade era absoluta, e a companhia dos Deuses reconfortante. O seu modo de vida era muito austero, mas a pureza da serra e tudo o que a ela é inerente purificava-lhes a alma e enobrecia-lhes o coração, fazendo com que se desembaraçassem com facilidade da cupidez e das suas iniquidades, tornando-nos assim unos com os Deuses. Contudo, com a chegada dos Fenícios ao sul da península e com o estabelecimento de vários postos mercantis tudo mudou. Os forasteiros trouxeram o bronze, já mais tarde o ferro, e também os iniciaram no cultivo da terra, brindando-os assim com uma ténue brisa daquele que era o mundo civilizado da época.


Consequentemente, sob a regência dos clãs mais influentes e mais abastados surgiram por toda a parte dentro dos seus domínios vários povoados castrejos, nos quais se concentrou o seu parco poder, quer politico quer económico. Os desterrados e menos abastados, os quais permaneceram fiéis ao nomadismo, nos Invernos de maior escassez apenas com o intento de subsistir, tinham o mau hábito de se organizarem em numerosos bandos e de descer a montanha a fim de empreenderem bravas campanhas às povoações mais abastadas, situadas a sul. Tendo como principal objectivo a depredação, dividindo à posterior os despojos por todos.


Os três Deuses principais dos Lusitanos (incluindo o par divino) eram:

ARENCIA (ARENTIA, ARANTIA, ARENGIA) – Deusa guerreira Lusitana, ela representa a vitória dos que lutam pelo seu povo. Ela é a esposa de Arencio, e é representada por uma égua.


ARENCIO (ARENGIOTANGINAECO, ARENTIO, ARENTIUS, ARANTIO) – Deus da Guerra e nacional dos Lusitanos. Representa a força. Juntamente com sua esposa, a Deusa Arencia, formam o par divino principal dos Lusitanos.

QUANGEIO (QUANGEIUS, KUANIKIO)– Deus criador, da fertilidade, dos campos e protector dos animais. É o terceiro Deus mais importante do Panteão nacional dos Lusitanos


TREBARUNA (TREBARUNE, TRIBORUNIS, TRIBORUNNI, TRIBARONA) – Deusa Guerreira e Protectora dos heróis, é também a Protectora da propriedade, do Lar e das Famílias. É a divindade feminina mais importante do Panteão Lusitano, esposa de Brigo, Ela é a Deusa lunar e do destino.

A relação sexual ideal

De acordo com um estudo realizado por investigadores da Universidade Penn State, no Estado americano da Pensilvânia; Uma relação sexual satisfatória dura entre 3 a 13 minutos.
A investigação contou com a participação de 50 investigadores de nacionalidade americana e canadiana da Sociedade de Pesquisa e Terapia Sexual, incluindo psicólogos, médicos, assistentes sociais, terapeutas familiares e enfermeiras.
Os 50 investigadores multidisciplinares, recolheram dados de milhares de pessoas durante décadas.
Os resultados deste estudo, publicados pela revista “Journal of Sexual Medicine”, concluem que um acto sexual “adequado” dura entre três e sete minutos; um acto “desejável”, de sete a 13 minutos; um acto sexual “curto demais”, de um a dois minutos; e um acto “muito longo”, de dez a 30 minutos.
Outra conclusão é que “A interpretação de um homem ou de uma mulher do seu funcionamento sexual, ou o da sua (seu) parceira(o) tem origem nas crenças pessoais fundamentadas, em parte, nas mensagens da sociedade em que estão integrados”, disseram os investigadores.
O estudo ainda afirma que “Infelizmente, a cultura popular actual reforçou estereótipos a respeito das actividades sexuais”.
Os pesquisadores descobriram também que “muitos homens e mulheres parecem acreditar na fantasia de um pênis enorme, ereções duras como uma rocha e relações que duram a noite toda”.
Devido a estudos anteriores, pensava-se que uma grande percentagem de homens e mulheres gostaria que a relação sexual durasse 30 minutos ou mais, mas este estudo mostra que “parece ser uma situação propícia para decepção e insatisfação”, disse um dos autores da pesquisa, Eric Corty, da Universidade Penn State.
“Com esta pesquisa, esperamos dissipar estas fantasias e encorajar homens e mulheres com informações realistas a respeito de relações sexuais aceitáveis, evitando decepções e problemas sexuais”, afirmou o investigador.
A pesquisa irá ajudar no tratamento de pessoas que já têm problemas sexuais.
“Se um paciente está preocupado com a duração da relação, estas informações podem ajudar a afastar a preocupação com problemas físicos e fazer com que ele seja tratado, inicialmente, com aconselhamento, em vez de medicamentos”, afirmou Corty.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sabe qual é o animal mais forte do mundo?








É forte, mas não é a baleia.












Este também não é.












Muito menos este.









É este! Ficou desapontado? Não fique! O besouro rinoceronte, também conhecido por besouro-hércules, nativo da América do Sul, o qual apenas mede entre 30 a 57 mm de comprimento e entre 14 a 21 mm de largura, pode erguer oitocentas e cinqüenta vezes o seu próprio peso. Se os humanos fossem tão fortes quanto este besouro, poderiam erguer um peso equivalente a 60 toneladas.Como vê não há que ficar desapontado, pois em termos Proporcionais, esta pequena criatura consegue levantar todas as anteriores e ainda mais algumas!

Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre